quinta-feira, 22 de novembro de 2012

POEMA FRATERNAL


Recordações, fragmentos da vida passada,
lembranças tantas, do quanto vivemos.

Quantas lembranças, objectos arrecadados moram:
recordações queridas, que no peito ainda afloram.
Eis aquelas fotografias, esquecidas algumas,
recordam momentos da sua serena juventude,
de encanto primaveril.
Nelas, está a imagem da esperança do amor
de mulher, e de ser mãe.
Exalam o ânimo duma nova família;
a vontade de lutar para a vida!

Mas a Luz das recordações,
traz à memória
quanta triste ilusão
que ocorreu na estrada peregrina:
Todos os desejos acabam
e tudo lá ficou...
destino cruel duma vida.

Valdemar Muge

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